Setor Sucroenergético

A biomassa da cana-de-açúcar, principalmente o bagaço, supera o óleo diesel e é a segunda colocada no ranking de matérias-primas das termelétricas em operação no País.
A biomassa da cana é a segunda principal fonte alimentadora das usinas termelétricas, com 26,9% do total. São 401 unidades com potência instalada de 11,2 milhões de megawatts (MW).

O terceiro lugar no ranking é ocupado pelo óleo diesel, responsável por 11,4% do total das fontes, com 2.157 unidades geradoras em uma capacidade instalada de 4,7 milhões de MW.
Já a primeira colocação é do gás natural, com 31,2% do ranking, 165 unidades e potência instalada de 12,9 milhões de MW.

As informações foram compiladas pelo engenheiro Humberto Vaz Russi, da Aliança Engenheiros Associados, a partir de dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

 

Outubro, 2018.
Fonte: Site Jornal Cana – www.jornalcana.com.br

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O número de trabalhadores em usinas de cana-de-açúcar é menor, mas a qualidade dos empregos cresce. É o que revela estudo realizado por pesquisadores da Esalq/USP e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
O trabalho aponta que embora o número de trabalhadores no setor sucroenergético tenha caído entre 2008 e 2016, a qualidade dos empregos no setor cresceu nesse período.

No período avaliado, os pesquisadores constataram aumento da proporção de trabalhadores no setor sucroenergético com maior escolaridade frente ao total de empregos e também elevação significativa dos salários reais.
Dentre outros fatores, esse cenário é resultado do processo de mecanização da colheita, notadamente na região Centro-Sul do Brasil.

De acordo com pesquisadores do Cepea e da Esalq/USP, essa mudança tecnológica trouxe evoluções importantes, como a possibilidade de empregos de melhor qualidade e ganhos salariais, que foram verificados inclusive entre os trabalhadores com menor qualificação.
O estudo também destaca os efeitos da crise na cadeia sucroenergética entre 2009 e 2016, que teve impacto principalmente na redução de empregos industriais, dado o fechamento de usinas no período.

 

Julho, 2018
Fonte: Site Jornal Cana – www.jornalcana.com.br

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Com o objetivo de subsidiar os negociadores brasileiros na defesa dos interesses nacionais no que diz respeito à regulamentação internacional sobre o uso de biocombustíveis na aviação, o pesquisador do Agroicone, Marcelo Moreira, representou o País no 6° Encontro da Força Tarefa para Combustíveis Alternativos de Aviação (AFTF), no Canadá.

Na sede da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO), em Montreal, o especialista em energias renováveis e agronegócio debateu temas ligados às emissões de gases de efeito estufa geradas pelo uso da terra na produção de biocombustíveis no Brasil, demais cálculos do ciclo de vida dos produtos e os requisitos necessários para se avaliar a sustentabilidade dos diferentes combustíveis renováveis fabricados no mundo.

Além do pesquisador do Agroicone e de outros especialistas, o País foi representado pelos negociadores oficiais, Itamaraty e pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Delegações de diversos países, ONGs e empresas do setor aeronáutico também marcaram presença no 6º AFTF.

 

Testes

No Brasil, o maior fabricante de aviões de pulverização agrícola movidos 100% a etanol, o Ipanema produzido pela Embraer, o uso de combustíveis alternativos aeronaves comerciais se iniciou em 2009, quando as empresas Embraer, Azul, General Electric (GE) e Amyris assinaram um acordo de cooperação. No ano seguinte, um modelo de carreira da TAM comprovou na prática a viabilidade técnica dos biocombustíveis após um voo teste de 45 minutos utilizando 50% de um combustível a base de pinhão manso.

Em 2012, durante a Conferência Rio+20, a companhia Azul realizou outro voo-teste, desta vez usando 50% de combustível produzido da cana.

Em 2013, um voo histórico da GOL partiu do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em direção ao Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília. Foi a primeira viagem comercial de uma aeronave no País utilizando biocombustível com uma mistura de 25% de óleo de milho e de gorduras residuais junto ao tradicional querosene fóssil.

No ano seguinte, a GOL estabeleceu a primeira rota fixa (Recife - Fernando de Noronha) para um avião abastecido com até 10% de bioquerosene de cana adicionado ao QAV (querosene para aviação), o que reduziu 30% as emissões de CO2 por viagem feita.

 

Junho, 2018
Fonte: ÚNICA – União da Indústria de Cana de Açúcar – www.unica.com.br

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A produção de etanol de milho tem apresentado "intensa expansão ao longo da atual safra" 2017/18, destacou o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Antonio de Padua Rodrigues.


Enquanto o Centro-Sul passa por sua entressafra de cana, a oferta de etanol das usinas da região está sendo reforçada pelas importações e pela produção de etanol a partir do milho. Desde 1º de janeiro até metade de fevereiro, a produção de etanol de milho somou 107,5 milhões de litros - equivalente a 60% da produção total do Centro-Sul, que foi de 179,7 m1ilhões de litros, de acordo com dados da União das Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Nesse período de entressafra de cana, produtores de etanol de milho --alguns deles detentores de usinas "flex", que podem processar cana e milho-- estão se beneficiando de preços mais altos do biocombustível, em meio a cotações elevadas da gasolina nos postos.

Essa ocupação de espaço pelo etanol de milho, porém, tem fôlego curto, dado que em março algumas usinas de cana do Centro-Sul já voltarão a operar.

 

Março, 2018
Fonte: Site Notícias Agrícolas – www.noticiasagricolas.com.br

 

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Os Estados Unidos irão lutar contra a cota trimestral e a tarifa de 20% para a importação de etanol impostas pelo Brasil em setembro. Ao menos é o que afirma um porta-voz do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês).

De acordo com Whitley, o departamento inteiro está trabalhando nessa questão. “Estamos nos dedicando para resolver esse problema”, ele disse. “Não há pedra que não iremos revirar para abrir esse mercado”.

O Brasil é o segundo maior produtor de etanol do mundo. Ainda assim, o país começou a importar grandes volumes do biocombustível em 2016, quando os preços do açúcar tornaram o adoçante mais atrativo para as usinas de cana-de-açúcar do que o etanol. Contudo, a entrada do produto norte-americano no mercado nacional pressionou os preços para as usinas que dependem da venda do biocombustível, especialmente no Nordeste. Com isso, a criação de um mecanismo que protegesse os produtores brasileiros entrou na agenda de reivindicações do setor.

Em setembro de 2017, após alguns meses de discussões políticas, o Brasil impôs cotas trimestrais de 150 milhões de litros, que devem permanecer em vigor por dois anos. Volumes superiores a esse limite estarão sujeitos a uma tarifa de 20%.

 

Fevereiro, 2018
Fonte: Site Nova Cana – www.novacana.com

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Segunda, 05 Fevereiro 2018 12:17

Os cenários do setor

“Os novos cenários dos mercados de cana, açúcar e etanol no Brasil e no mundo" foi o tema do encontro realizado em dezembro na cidade de Guariba, SP, que reuniu especialistas do setor sucroenergético como o consultor da Canaplan, Nilceu Piffer Cardozo, o diretor de Controladoria e Relação com Usinas da Copersucar, Tomas Caetano Manzano, e o diretor da Bioagência, Tarcilo Ricardo Rodrigues. Na ocasião, foram apresentados para um grupo de produtores, representantes de associações e usinas, os dados da safra 2017/18 e também as projeções para a safra 2018/19, com informações fundamentais para a tomada de decisão para os próximos anos.

 

Produção de cana safra 2017/18 e perspectivas para 2018/19
“A perspectiva é que tenhamos uma oferta muito parecida a que aconteceu no ano de 2017. O grande fator que pode variar é a questão da qualidade, que foi extraordinária, a safra 2017/18 foi a melhor dos últimos tempos. Se mantida e alcançarmos valores próximos ao que houve nesta, deverá ser uma safra de grande oferta de açúcar, isso dentro da usina. O que será feito desse açúcar, se será etanol ou açúcar, é outra questão, o mercado e o valor de mercado é quem vão ditar o rumo da safra 2018/19”, analisou Cardozo.


Mercado de etanol
“A boa demanda e os preços do petróleo em patamares elevados deverá manter os preços da gasolina elevados nesta entressafra e no início da próxima safra, quando devemos ter uma safra bastante alcooleira. O crescimento da demanda favorecerá a mudança do mix e também trará um impacto positivo nas cotações de açúcar da próxima safra”, projetou Rodrigues.


Mercado de açúcar
Segundo Manzano, ao olharmos o histórico de preços do açúcar podemos observar bastante volatilidade nos últimos anos. O encerramento da safra 2017/18 aconteceu dentro do estimado, com uma tendência, talvez na safra que vem, um pouco menor, e perspectivas de estabilidade de preços em relação ao que se observa atualmente.
“A expectativa hoje, salvo algum evento climático mais relevante, é que tenha um cenário de superávit de açúcar de excesso de estoque, o que deve pressionar um pouco os preços em curto prazo”, observou Manzano.

 

Fevereiro, 2018
Fonte: Site Revista Canavieiros - http://www.revistacanavieiros.com.br

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Passado o período mais crítico da crise do setor sucroalcooleiro, investidores nacionais e estrangeiros começam a olhar, ainda de forma tímida, ativos que estão à venda no País.

Os principais alvos, nos últimos meses, têm sido usinas de empresas que entraram em recuperação judicial ou que foram a leilão. No entanto, muitas unidades não receberam oferta, mesmo com ativos de empresas com boa estrutura financeira. Essa grande oferta de grupos com problemas financeiros à venda deixou o investidor mais seletivo e mais exigente.

O jornal “O Estado de São Paulo” apurou que o grupo alemão Sudzucker voltou a olhar ativamente negócios no Brasil – o banco Rabobank tem o mandato da companhia. Com tradição em comercialização global de açúcar no mundo, a trading alemã informou, em nota, que estuda oportunidades dentro e fora do País, mas não quis comentar estratégia, nem confirmar o assessor financeiro contratado para avaliar potenciais negócios (O Estado de S.Paulo, 22/1/18).

 

Janeiro, 2018
Fonte: Site BrasilAgro – www.brasilagro.com.br

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A expansão do cultivo de cana-de-açúcar no Brasil para produção de etanol em áreas que não são de preservação ambiental ou destinadas à produção de alimentos tem o potencial de substituir até 13,7% do petróleo consumido mundialmente e reduzir as emissões globais de dióxido de carbono (CO2) em até 5,6% em 2045.
As estimativas são de um estudo internacional com participação brasileira cujos resultados foram publicados no dia 23 de outubro na revista Nature Climate Change.
O trabalho avaliou como a expansão da produção de etanol obtido da cana poderia contribuir para limitar o aumento médio da temperatura global a menos de 2 ºC por meio da redução das emissões de CO2 pela queima de combustíveis fósseis, como a gasolina, conforme acordado pelas 196 nações que assinaram o Acordo Climático de Paris em dezembro de 2015.


Fonte: Website www.jornalcana.com.br

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Quarta, 23 Agosto 2017 19:29

Sucroenergético

A cana de açúcar possibilitou o pioneirismo do setor sucroenergético brasileiro, iniciando com a produção de alimentos, evoluindo para a produção de combustíveis renováveis e com o desenvolvimento de tecnologias, passou a gerar energia elétrica e etanol a partir dos resíduos gerados por seu processo produtivo.

Acompanhando a evolução deste setor, desenvolvemos tecnologias em turbinas a vapor e soluções que atendem às necessidades e expectativas de nossos clientes.

Oferecemos também peças de reposição, serviços e assistência técnica 24 horas.

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