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UNICA (União da Indústria de Cana de Açúcar) apoia discussões da regulamentação internacional sobre biocombustíveis de aviação

UNICA (União da Indústria de Cana de Açúcar) apoia discussões da regulamentação internacional sobre biocombustíveis de aviação http://blog.mundi.com.br/2012/06/19/biocombustiveis-comecam-decolar-na-aviacao/

Com o objetivo de subsidiar os negociadores brasileiros na defesa dos interesses nacionais no que diz respeito à regulamentação internacional sobre o uso de biocombustíveis na aviação, o pesquisador do Agroicone, Marcelo Moreira, representou o País no 6° Encontro da Força Tarefa para Combustíveis Alternativos de Aviação (AFTF), no Canadá.

Na sede da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO), em Montreal, o especialista em energias renováveis e agronegócio debateu temas ligados às emissões de gases de efeito estufa geradas pelo uso da terra na produção de biocombustíveis no Brasil, demais cálculos do ciclo de vida dos produtos e os requisitos necessários para se avaliar a sustentabilidade dos diferentes combustíveis renováveis fabricados no mundo.

Além do pesquisador do Agroicone e de outros especialistas, o País foi representado pelos negociadores oficiais, Itamaraty e pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Delegações de diversos países, ONGs e empresas do setor aeronáutico também marcaram presença no 6º AFTF.

 

Testes

No Brasil, o maior fabricante de aviões de pulverização agrícola movidos 100% a etanol, o Ipanema produzido pela Embraer, o uso de combustíveis alternativos aeronaves comerciais se iniciou em 2009, quando as empresas Embraer, Azul, General Electric (GE) e Amyris assinaram um acordo de cooperação. No ano seguinte, um modelo de carreira da TAM comprovou na prática a viabilidade técnica dos biocombustíveis após um voo teste de 45 minutos utilizando 50% de um combustível a base de pinhão manso.

Em 2012, durante a Conferência Rio+20, a companhia Azul realizou outro voo-teste, desta vez usando 50% de combustível produzido da cana.

Em 2013, um voo histórico da GOL partiu do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em direção ao Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília. Foi a primeira viagem comercial de uma aeronave no País utilizando biocombustível com uma mistura de 25% de óleo de milho e de gorduras residuais junto ao tradicional querosene fóssil.

No ano seguinte, a GOL estabeleceu a primeira rota fixa (Recife - Fernando de Noronha) para um avião abastecido com até 10% de bioquerosene de cana adicionado ao QAV (querosene para aviação), o que reduziu 30% as emissões de CO2 por viagem feita.

 

Junho, 2018
Fonte: ÚNICA – União da Indústria de Cana de Açúcar – www.unica.com.br

 

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