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Sexta, 21 Setembro 2018 19:49

Bolívia cria o Super Etanol 92

O governo da Bolívia investe no etanol para melhorar a qualidade da gasolina. A partir de meados de outubro, postos de serviços passarão a comercializar o combustível Super Etanol 92, com gasolina e etanol.
O novo combustível foi oficialmente criado em 15/09 com a assinatura da lei sobre Aditivos de Origem Vegetal, implantada com o objetivo de reduzir gradativamente a importação de gasolina e de diesel.
O 92 do Super Etanol indica que, com ele, a gasolina passa a ter 92 octanas*, de melhor qualidade e maior rendimento. Com o novo produto, os motores tendem a se esforçar menos, a vida útil do veículo aumenta com uso de menos gasolina.

“Este projeto vai permitir a revitalização do setor e da economia em geral, por meio da geração de 15 mil empregos diretos pelo menos 12 mil indiretos, contribuindo, assim, com a redução do desemprego em 0,8 ponto percentual”, diz Luiz Fernando Barbery Paz, presidente da companhia sucroenergética Ingenio Agroindustrial de Cañeros S/A (Unagro), com unidade produtora em Santa Cruz.
A Lei 303/2017-2018, assinada em 15/09 pelo presidente do Estado Plurinacional da Bolívia, Evo Morales, foca a redução gradativa de importação de combustíveis fósseis e objetiva usar o excesso de etanol na produção de açúcar e etanol para processá-lo e obter anidro, a ser empregado como um aditivo para a produção de gasolina de maior rendimento.

Em relato divulgado na imprensa da Bolívia, Susy Dorado, gerente da Associação Boliviana de Fornecedores (Asosur), informou que o novo combustível será comercializado a partir de 15 de outubro próximo.
A quantidade da mistura depende de norma do Governo que deve ser divulgada ainda nesta semana, embora a tendência é de adição de 12% de anidro à gasolina.

 

 

Setembro, 2018.
Fonte: Site Jornal Cana – www.jornalcana.com.br

 

 

* Octana: Octanagem é a medida de resistência do combustível à pressão que ele sofre dentro da câmara de combustão do motor. Ou seja, é a capacidade que ele tem de resistir, em mistura com o ar, ao aumento de pressão e de temperatura sem detonar (isso sem que a faísca de vela tenha sido disparada pelo sistema de ignição). Quanto maior a octanagem, maior será a resistência do combustível à detonação.

 

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As usinas de cana do Brasil continuarão a priorizar a produção do etanol em detrimento à de açúcar também na próxima temporada, já que a alta dos preços do petróleo impulsiona a demanda do biocombustível, disseram produtores e consultores.
Mesmo com os estoques gigantes de etanol, devido ao ritmo rápido da colheita da safra vigente em meio a condições secas no centro-sul, donos de usinas e canaviais disseram em entrevistas nesta semana que o bicombustível dá mais retorno que o açúcar.
Em alguns casos, usinas disseram estar paralisando as suas instalações de açúcar, para ajudar a economizar cana para produzir etanol.

O centro-sul do Brasil está colhendo uma safra menor de cana este ano, devido ao envelhecimento dos campos e uma severa seca. Isso acrescentou pressão para otimizar as operações, na medida em que as usinas procuram pelas melhores opções de receita.
O foco voltado para o combustível e o ritmo acelerado da colheita resultaram em estoques de etanol com 2,5 bilhões de litros a mais do que no mesmo período do ano passado, de acordo com estimativas da Bioagência, uma trading líder de etanol.
Isso tem pressionado os preços, mas o etanol ainda paga melhor que o açúcar, disseram os processadores.


Tarcilo Rodrigues, da Bioagência, disse que as usinas mais capitalizadas estão estocando etanol para vender após a safra, no começo de novembro, quando os preços devem subir. Outras, pressionadas pelo pagamento de contas, estão vendendo rapidamente.
“Alguns fazem dois litros e vendem os dois. Outros fazem dois, vendem um e estocam o outro. Outros estocam tudo”, ele disse.

 

Agosto, 2018
Fonte: Site Nova Cana – www.novacana.com.br

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O presidente executivo da Plural (associação que reúne as empresas distribuidoras de combustíveis, antigo Sindicom), Leonardo Gadotti, reiterou a posição da entidade de que a aprovação do projeto de decreto legislativo que permite a venda direta de etanol pelos produtores aos postos de combustíveis não vai gerar preços menores na bomba.
"É uma falácia essa visão de que o produto chegará mais barato. Os estudos não mostram isso", diz Gadotti. "Haveria perda de controle de qualidade e de controle de processo".

O plenário da Câmara dos Deputados rejeitou na noite da quarta-feira, 20, a urgência do projeto de decreto legislativo que permite a venda direta de etanol pelos produtores aos postos de combustíveis. Eram necessários 257 votos favoráveis para a urgência, mas só houve 213 apoios. Outros 98 deputados votaram não e três se abstiveram.
No Senado, ele foi aprovado por 47 votos a favor e apenas 2 contra. "É preocupante um projeto dessa natureza que mexe no setor todo. É uma medida eleitoreira, eu não tenho dúvida", diz. "Por que uma medida de urgência em um projeto tão importante, em um processo no qual não se escuta ninguém?".
"Por que a pressa? Essa é a grande questão? Político tem de discutir educação, que está com um nível horroroso, saúde, previdência social", afirmou Gadotti.

Em Brasília, a Plural tem trabalhado no sentido de esclarecer que a aprovação poderá criar um "buraco tributário". "Por que o congresso fecha os olhos em um momento tão difícil para a arrecadação?", questiona.
A entidade solicita que a discussão envolva um controle no recolhimento de impostos. "É necessário fazer pagar imposto, para que não seja criada uma competição desleal", diz.
Segundo a Plural, a sonegação relativa ao etanol hidratado é estimada em R$ 3 bilhões por ano. "Os maiores perdedores são os Estados".
Gadotti também acredita que o papel da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) foi esquecido, na discussão. "A agência tem a obrigação de regular, e não o Congresso".

 

Junho, 2018
Fonte: Site Nova Cana – www.novacana.com

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Após dois meses em queda, os preços dos etanóis anidro e hidratado voltaram a subir para as usinas de cana-de-açúcar no estado de São Paulo. A alta é impulsionada pela maior demanda, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP.
Entre os dias 7 e 11 de maio, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado fechou a R$ 1,5184/litro, alta de 4,95% em comparação com a semana anterior.
Já o Indicador Cepea/Esalq do anidro subiu 1,15% na mesma comparação, para R$ 1,6516/litro.


Segundo colaboradores do Cepea, a demanda aquecida das distribuidoras pelo etanol hidratado foi motivada, em grande parte, pelos reajustes nos preços da gasolina pela Petrobrás.
De acordo com dados levantados pelo Cepea, o volume de etanol hidratado adquirido pelas distribuidoras junto às usinas foi bastante expressivo na semana passada, sendo 88% maior que o do período anterior.
Nesse cenário, os preços dos etanóis nas usinas foram reajustados diariamente e em todas as regiões do estado paulista.

 

Maio, 2018
Fonte: Site Jornal Cana – www.jornalcana.com.br

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Desde 1º de março deste ano, a Colômbia, 3º maior produtor de etanol na América do Sul, elevou de 8% para 10% a proporção do biocombustível misturado à gasolina em todo território nacional. A iniciativa é considerada estratégica para que o país reduza em 20% as emissões domésticas de gases de efeito estufa (GEEs) até 2030, compromisso estabelecido no Acordo de Paris, assinado durante a 21ª Conferência do Clima (COP21), há dois anos.

“Celebramos a decisão do governo pela adoção da mistura em 10% (E10). A medida mostra comprometimento para o alcance das metas firmadas na COP21. O etanol contribui com este propósito, visto que as análises do ciclo de vida do produto [na colômbia] indicam que ele mitiga em 74% as emissões de GEEs se comparado à gasolina”, afirma o presidente da Associação dos Produtores de Cana-de-Açúcar da Colômbia (Asocaña), Juan Carlos Mira, em recente artigo publicado no site da entidade.  Segundo o executivo, a nova política do E10 não implicará em aumento de preços da gasolina. De acordo com condições de mercado, o valor do combustível poderá até cair nas bombas. “O [preço] etanol mostra tendência de baixa, o que permitiria uma redução próxima a 7 pesos por galão”, explica Juan Carlos, detalhando que a formação do preço final da gasolina é regulada pelo governo e depende de vários fatores. Entre eles, o fato de que o etanol representa apenas 8%. Impostos, por exemplo, compõem aproximadamente 29% do que é pago pelo consumidor na capital Bogotá.

Por fim, o presidente da associação colombiana destaca outros benefícios socioeconômicos proporcionados pela indústria sucroenergética local. “A produção de etanol também promove geração de emprego formal no segmento rural”, exalta.


“O etanol se credencia cada vez mais no cenário internacional como um indutor de desenvolvimento econômico e redutor de emissões de GEEs. Hoje, aproximadamente 66 países têm mandatos ou estudos para adicioná-lo aos fósseis, sendo que 14 deles estão nas Américas”, destaca o diretor Executivo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Eduardo Leão de Sousa, citando dados do levantamento “The Digest's Biofuels Mandates Around the World”, divulgado no início do ano por um dos portais mais lidos do mundo no segmento de combustíveis renováveis.

 


Março, 2018
Fonte: Revista Canavieiros – www.revistacanavieiros.com.br

 

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A produção de etanol de milho tem apresentado "intensa expansão ao longo da atual safra" 2017/18, destacou o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Antonio de Padua Rodrigues.


Enquanto o Centro-Sul passa por sua entressafra de cana, a oferta de etanol das usinas da região está sendo reforçada pelas importações e pela produção de etanol a partir do milho. Desde 1º de janeiro até metade de fevereiro, a produção de etanol de milho somou 107,5 milhões de litros - equivalente a 60% da produção total do Centro-Sul, que foi de 179,7 m1ilhões de litros, de acordo com dados da União das Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Nesse período de entressafra de cana, produtores de etanol de milho --alguns deles detentores de usinas "flex", que podem processar cana e milho-- estão se beneficiando de preços mais altos do biocombustível, em meio a cotações elevadas da gasolina nos postos.

Essa ocupação de espaço pelo etanol de milho, porém, tem fôlego curto, dado que em março algumas usinas de cana do Centro-Sul já voltarão a operar.

 

Março, 2018
Fonte: Site Notícias Agrícolas – www.noticiasagricolas.com.br

 

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Os Estados Unidos irão lutar contra a cota trimestral e a tarifa de 20% para a importação de etanol impostas pelo Brasil em setembro. Ao menos é o que afirma um porta-voz do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês).

De acordo com Whitley, o departamento inteiro está trabalhando nessa questão. “Estamos nos dedicando para resolver esse problema”, ele disse. “Não há pedra que não iremos revirar para abrir esse mercado”.

O Brasil é o segundo maior produtor de etanol do mundo. Ainda assim, o país começou a importar grandes volumes do biocombustível em 2016, quando os preços do açúcar tornaram o adoçante mais atrativo para as usinas de cana-de-açúcar do que o etanol. Contudo, a entrada do produto norte-americano no mercado nacional pressionou os preços para as usinas que dependem da venda do biocombustível, especialmente no Nordeste. Com isso, a criação de um mecanismo que protegesse os produtores brasileiros entrou na agenda de reivindicações do setor.

Em setembro de 2017, após alguns meses de discussões políticas, o Brasil impôs cotas trimestrais de 150 milhões de litros, que devem permanecer em vigor por dois anos. Volumes superiores a esse limite estarão sujeitos a uma tarifa de 20%.

 

Fevereiro, 2018
Fonte: Site Nova Cana – www.novacana.com

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A expansão do cultivo de cana-de-açúcar no Brasil para produção de etanol em áreas que não são de preservação ambiental ou destinadas à produção de alimentos tem o potencial de substituir até 13,7% do petróleo consumido mundialmente e reduzir as emissões globais de dióxido de carbono (CO2) em até 5,6% em 2045.
As estimativas são de um estudo internacional com participação brasileira cujos resultados foram publicados no dia 23 de outubro na revista Nature Climate Change.
O trabalho avaliou como a expansão da produção de etanol obtido da cana poderia contribuir para limitar o aumento médio da temperatura global a menos de 2 ºC por meio da redução das emissões de CO2 pela queima de combustíveis fósseis, como a gasolina, conforme acordado pelas 196 nações que assinaram o Acordo Climático de Paris em dezembro de 2015.


Fonte: Website www.jornalcana.com.br

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O estado do Mato Grosso ganhará nova planta produtora de etanol a partir do milho. A diretoria colegiada da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) aprovou consulta prévia do projeto da usina de etanol.
A futura planta produtora de etanol a partir do milho ficará localizada no município de Nova Marilândia (MT).
A usina pertence à Empresa Alcooad Indústria de Etanol Ltda. e, além de produzir etanol anidro e hidratado, também fabricará farelos com altos teores de fibra e proteína, óleo bruto e energia elétrica.

 

Fonte: Site Jornal Cana

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Segunda, 07 Agosto 2017 20:52

Raízen Energia - Unidade Mundial

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Rui Neves, Raízen Energia - Unidade Mundial

 

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