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Os Estados Unidos irão lutar contra a cota trimestral e a tarifa de 20% para a importação de etanol impostas pelo Brasil em setembro. Ao menos é o que afirma um porta-voz do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês).

De acordo com Whitley, o departamento inteiro está trabalhando nessa questão. “Estamos nos dedicando para resolver esse problema”, ele disse. “Não há pedra que não iremos revirar para abrir esse mercado”.

O Brasil é o segundo maior produtor de etanol do mundo. Ainda assim, o país começou a importar grandes volumes do biocombustível em 2016, quando os preços do açúcar tornaram o adoçante mais atrativo para as usinas de cana-de-açúcar do que o etanol. Contudo, a entrada do produto norte-americano no mercado nacional pressionou os preços para as usinas que dependem da venda do biocombustível, especialmente no Nordeste. Com isso, a criação de um mecanismo que protegesse os produtores brasileiros entrou na agenda de reivindicações do setor.

Em setembro de 2017, após alguns meses de discussões políticas, o Brasil impôs cotas trimestrais de 150 milhões de litros, que devem permanecer em vigor por dois anos. Volumes superiores a esse limite estarão sujeitos a uma tarifa de 20%.

 

Fevereiro, 2018
Fonte: Site Nova Cana – www.novacana.com

Publicado em Notícias

A expansão do cultivo de cana-de-açúcar no Brasil para produção de etanol em áreas que não são de preservação ambiental ou destinadas à produção de alimentos tem o potencial de substituir até 13,7% do petróleo consumido mundialmente e reduzir as emissões globais de dióxido de carbono (CO2) em até 5,6% em 2045.
As estimativas são de um estudo internacional com participação brasileira cujos resultados foram publicados no dia 23 de outubro na revista Nature Climate Change.
O trabalho avaliou como a expansão da produção de etanol obtido da cana poderia contribuir para limitar o aumento médio da temperatura global a menos de 2 ºC por meio da redução das emissões de CO2 pela queima de combustíveis fósseis, como a gasolina, conforme acordado pelas 196 nações que assinaram o Acordo Climático de Paris em dezembro de 2015.


Fonte: Website www.jornalcana.com.br

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