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As usinas de cana do Brasil continuarão a priorizar a produção do etanol em detrimento à de açúcar também na próxima temporada, já que a alta dos preços do petróleo impulsiona a demanda do biocombustível, disseram produtores e consultores.
Mesmo com os estoques gigantes de etanol, devido ao ritmo rápido da colheita da safra vigente em meio a condições secas no centro-sul, donos de usinas e canaviais disseram em entrevistas nesta semana que o bicombustível dá mais retorno que o açúcar.
Em alguns casos, usinas disseram estar paralisando as suas instalações de açúcar, para ajudar a economizar cana para produzir etanol.

O centro-sul do Brasil está colhendo uma safra menor de cana este ano, devido ao envelhecimento dos campos e uma severa seca. Isso acrescentou pressão para otimizar as operações, na medida em que as usinas procuram pelas melhores opções de receita.
O foco voltado para o combustível e o ritmo acelerado da colheita resultaram em estoques de etanol com 2,5 bilhões de litros a mais do que no mesmo período do ano passado, de acordo com estimativas da Bioagência, uma trading líder de etanol.
Isso tem pressionado os preços, mas o etanol ainda paga melhor que o açúcar, disseram os processadores.


Tarcilo Rodrigues, da Bioagência, disse que as usinas mais capitalizadas estão estocando etanol para vender após a safra, no começo de novembro, quando os preços devem subir. Outras, pressionadas pelo pagamento de contas, estão vendendo rapidamente.
“Alguns fazem dois litros e vendem os dois. Outros fazem dois, vendem um e estocam o outro. Outros estocam tudo”, ele disse.

 

Agosto, 2018
Fonte: Site Nova Cana – www.novacana.com.br

Publicado em Notícias

A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) concordou na sexta-feira (22/06/2018) em aumentar a produção de petróleo em cerca de 1 milhão de barris por dia a partir de julho para o grupo e seus aliados, disse uma fonte do cartel. A elevação é nominal. O aumento real será menor porque vários países que recentemente produziram petróleo aquém do esperado terão dificuldade em retornar às cotas totais, enquanto outros produtores não terão permissão para preencher a lacuna, disseram fontes da Opep.

Ministros estão reunidos em Viena para discutir os rumos do pacto de corte de produção em vigor desde o ano passado.

Em paralelo, o ministro do petróleo do Iraque disse que a Opep deve ter cuidado antes de alterar esse acordo para que a oferta não exceda a necessidade do mercado e afete os preços.
Qualquer mudança poderia significar uma produção excedendo a demanda e “levando a uma queda nos preços do petróleo, prejudicando as economias dos países produtores”, disse o ministério em um comunicado.

 

Julho, 2018
Fonte: Site Panorama Offshore, notícia da Exame – www.panoramaoffshore.com.br

Publicado em Notícias

 

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