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Sexta, 10 Agosto 2018 18:12

TURBIMAQ na Fenasucro 2018

A Turbimaq Turbinas e Máquinas estará mais um ano participando da Fenasucro.
Venha nos visitar.

Fenasucro 2018
21 a 24 de Agosto
Stand TURBIMAQ B82
Local: Centro de Eventos Zanini | Sertãozinho | SP
Horário: Ter. à Sex. das 13h às 20h
Site oficial da feira: https://lnkd.in/ejniEJE

 

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http://www.fenasucro.com.br/Visitar/Aplicativo-de-Celular/

 

 

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As usinas de cana do Brasil continuarão a priorizar a produção do etanol em detrimento à de açúcar também na próxima temporada, já que a alta dos preços do petróleo impulsiona a demanda do biocombustível, disseram produtores e consultores.
Mesmo com os estoques gigantes de etanol, devido ao ritmo rápido da colheita da safra vigente em meio a condições secas no centro-sul, donos de usinas e canaviais disseram em entrevistas nesta semana que o bicombustível dá mais retorno que o açúcar.
Em alguns casos, usinas disseram estar paralisando as suas instalações de açúcar, para ajudar a economizar cana para produzir etanol.

O centro-sul do Brasil está colhendo uma safra menor de cana este ano, devido ao envelhecimento dos campos e uma severa seca. Isso acrescentou pressão para otimizar as operações, na medida em que as usinas procuram pelas melhores opções de receita.
O foco voltado para o combustível e o ritmo acelerado da colheita resultaram em estoques de etanol com 2,5 bilhões de litros a mais do que no mesmo período do ano passado, de acordo com estimativas da Bioagência, uma trading líder de etanol.
Isso tem pressionado os preços, mas o etanol ainda paga melhor que o açúcar, disseram os processadores.


Tarcilo Rodrigues, da Bioagência, disse que as usinas mais capitalizadas estão estocando etanol para vender após a safra, no começo de novembro, quando os preços devem subir. Outras, pressionadas pelo pagamento de contas, estão vendendo rapidamente.
“Alguns fazem dois litros e vendem os dois. Outros fazem dois, vendem um e estocam o outro. Outros estocam tudo”, ele disse.

 

Agosto, 2018
Fonte: Site Nova Cana – www.novacana.com.br

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o chefe da União Europeia, Jean-Claude Juncker, anunciaram nesta quarta-feira (25) um acordo para iniciar negociações rumo a um ambiente comercial com "zero tarifa". O acerto é uma significativa guinada para arrefecer a disputa comercial entre as duas potências econômicas.
Para especialistas, se por um lado a trégua abre espaço para a economia global manter o crescimento, por outro ameaça o agronegócio do Brasil e as negociações do acordo entre União Europeia e Mercosul.

Entre as medidas acertadas por Trump e Juncker está o compromisso dos europeus de comprar mais soja dos EUA.
"Eles vão começar quase que imediatamente", disse Trump, ao se referir à promessa de compra de "muita soja" pelos europeus.
"Nós podemos importar mais soja dos EUA, e assim será feito", afirmou Juncker, que preside a Comissão Europeia, braço executivo da UE, durante o anúncio do acordo.
Nas últimas seis safras, o Brasil foi o principal fornecedor de soja à Europa. Isso pode mudar se a promessa feita nesta quarta se cumprir.
A questão envolvendo o Mercosul é mais complexa.

A primeira impressão do governo brasileiro é que a negociação aberta por Trump e Juncker não deverá prejudicar as conversas entre os blocos.
A discussão entre União Europeia e Mercosul está na reta final, e há a expectativa de que os países possam chegar a um acordo em reunião marcada para setembro, no Uruguai.
Alguns especialistas, porém, temem exatamente o contrário: que uma aproximação entre americanos e europeus represente a mais nova ameaça ao acordo costurado há mais de 20 anos entre Mercosul e o bloco europeu.

De qualquer forma, a redução da tensão comercial entre as duas das maiores economias do mundo foi celebrada por especialistas e deve ajudar o crescimento global. "A economia global só pode se beneficiar disso", afirmou a diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde.
Por ora, nenhuma tarifa foi suspensa ou eliminada. As conversas apenas estão no começo.

 

Julho, 2018
Fonte: Site Brasil Agro - www.brasilagro.com.br

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O número de trabalhadores em usinas de cana-de-açúcar é menor, mas a qualidade dos empregos cresce. É o que revela estudo realizado por pesquisadores da Esalq/USP e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
O trabalho aponta que embora o número de trabalhadores no setor sucroenergético tenha caído entre 2008 e 2016, a qualidade dos empregos no setor cresceu nesse período.

No período avaliado, os pesquisadores constataram aumento da proporção de trabalhadores no setor sucroenergético com maior escolaridade frente ao total de empregos e também elevação significativa dos salários reais.
Dentre outros fatores, esse cenário é resultado do processo de mecanização da colheita, notadamente na região Centro-Sul do Brasil.

De acordo com pesquisadores do Cepea e da Esalq/USP, essa mudança tecnológica trouxe evoluções importantes, como a possibilidade de empregos de melhor qualidade e ganhos salariais, que foram verificados inclusive entre os trabalhadores com menor qualificação.
O estudo também destaca os efeitos da crise na cadeia sucroenergética entre 2009 e 2016, que teve impacto principalmente na redução de empregos industriais, dado o fechamento de usinas no período.

 

Julho, 2018
Fonte: Site Jornal Cana – www.jornalcana.com.br

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Sexta, 06 Julho 2018 14:59

Turbimaq mais um ano na Fenasucro

A Turbimaq Turbinas e Máquinas estará mais um ano participando da Fenasucro.

Venha nos visitar.

 

Fenasucro 2018
21 a 24 de Agosto
Stand TURBIMAQ B78
Local: Centro de Eventos Zanini | Sertãozinho | SP
Horário: Ter. à Sex. das 13h às 20h
Site oficial da feira: https://lnkd.in/ejniEJE

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A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) concordou na sexta-feira (22/06/2018) em aumentar a produção de petróleo em cerca de 1 milhão de barris por dia a partir de julho para o grupo e seus aliados, disse uma fonte do cartel. A elevação é nominal. O aumento real será menor porque vários países que recentemente produziram petróleo aquém do esperado terão dificuldade em retornar às cotas totais, enquanto outros produtores não terão permissão para preencher a lacuna, disseram fontes da Opep.

Ministros estão reunidos em Viena para discutir os rumos do pacto de corte de produção em vigor desde o ano passado.

Em paralelo, o ministro do petróleo do Iraque disse que a Opep deve ter cuidado antes de alterar esse acordo para que a oferta não exceda a necessidade do mercado e afete os preços.
Qualquer mudança poderia significar uma produção excedendo a demanda e “levando a uma queda nos preços do petróleo, prejudicando as economias dos países produtores”, disse o ministério em um comunicado.

 

Julho, 2018
Fonte: Site Panorama Offshore, notícia da Exame – www.panoramaoffshore.com.br

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O presidente executivo da Plural (associação que reúne as empresas distribuidoras de combustíveis, antigo Sindicom), Leonardo Gadotti, reiterou a posição da entidade de que a aprovação do projeto de decreto legislativo que permite a venda direta de etanol pelos produtores aos postos de combustíveis não vai gerar preços menores na bomba.
"É uma falácia essa visão de que o produto chegará mais barato. Os estudos não mostram isso", diz Gadotti. "Haveria perda de controle de qualidade e de controle de processo".

O plenário da Câmara dos Deputados rejeitou na noite da quarta-feira, 20, a urgência do projeto de decreto legislativo que permite a venda direta de etanol pelos produtores aos postos de combustíveis. Eram necessários 257 votos favoráveis para a urgência, mas só houve 213 apoios. Outros 98 deputados votaram não e três se abstiveram.
No Senado, ele foi aprovado por 47 votos a favor e apenas 2 contra. "É preocupante um projeto dessa natureza que mexe no setor todo. É uma medida eleitoreira, eu não tenho dúvida", diz. "Por que uma medida de urgência em um projeto tão importante, em um processo no qual não se escuta ninguém?".
"Por que a pressa? Essa é a grande questão? Político tem de discutir educação, que está com um nível horroroso, saúde, previdência social", afirmou Gadotti.

Em Brasília, a Plural tem trabalhado no sentido de esclarecer que a aprovação poderá criar um "buraco tributário". "Por que o congresso fecha os olhos em um momento tão difícil para a arrecadação?", questiona.
A entidade solicita que a discussão envolva um controle no recolhimento de impostos. "É necessário fazer pagar imposto, para que não seja criada uma competição desleal", diz.
Segundo a Plural, a sonegação relativa ao etanol hidratado é estimada em R$ 3 bilhões por ano. "Os maiores perdedores são os Estados".
Gadotti também acredita que o papel da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) foi esquecido, na discussão. "A agência tem a obrigação de regular, e não o Congresso".

 

Junho, 2018
Fonte: Site Nova Cana – www.novacana.com

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A energia solar no Brasil ultrapassou a marca de 1,5 Gigawatts de capacidade instalada e deverá fechar o ano com 2,4 GW, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).
Há um ano, a fonte solar abastecia cerca de 60 mil residências, número que pulou para 633 mil residências em 2018.

Ao todo são 30.039 sistemas instalados de geração distribuída no País, somando R$ 2,1 bilhões em investimentos desde 2012.
Somados à geração distribuída a centralizada, os investimentos são de R$ 6 bilhões, e até o final de 2018 devem atingir R$ 20 bilhões, informou o presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia.
O executivo disse que o Brasil já figura no grupo dos 30 países com mais de 1 GW instalado em energia solar, apesar de a fonte representar apenas 1% da geração total, mas que poderá chegar a 10% em 2030, segundo estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ressaltou Sauaia.
Segundo a Absolar, de cada megawatt de energia gerado entre 25 e 30 empregos são criados e o Brasil hoje contabiliza mais de 20 mil empregos diretos e indiretos no setor.
Os consumidores residenciais são os que mais procuram a fonte solar, com 77,4% do total de sistemas instalados no País, seguidos dos setores de comércio e serviços, com 16%; consumidores rurais, com 3,2% e indústrias, com 2,4%.
Os fatores que têm contribuído para o rápido crescimento da energia solar no Brasil, segundo a Absolar foi a redução de 75% no preço da energia solar nos últimos 10 anos e o forte crescimento no preço da energia elétrica, que desde 2012 subiu 499%, segundo o Ministério de Minas e Energia.
Além do preço, o BNDES anunciou recentemente uma linha para financiar pessoas físicas para terem acesso à energia solar distribuída, o que deve impulsionar ainda mais o setor.

 
Junho, 2018
Fonte: Ambiente Energia – www.ambienteenergia.com.br

 

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As usinas de açúcar da Índia acabam de ter uma boa notícia: o governo anuncia pacote financeiro no valor de US$ 1 bilhão para ajudar as empresas. O montante é para as usinas pagarem suas cotas aos produtores de cana-de-açúcar.
As informações do pacote, divulgadas na quarta-feira passada (06/06), incluem a criação de um estoque governamental para absorver o excesso de oferta de açúcar no mercado doméstico e a concessão de empréstimos no valor de 45 bilhões de rúpias (US$ 671 milhões) para as usinas aumentarem sua produção de etanol.
Os anúncios foram do ministro da Alimentação, Ram Vilas Paswan.

 

Excesso
Os preços do açúcar indiano estão pressionados pelo excesso de produção e pelas perspectivas de uma safra de cana-de-açúcar maior no próximo ano, o que reduz as margens das usinas.
O movimento do governo também visa agradar os eleitores no Estado estrategicamente importante de Uttar Pradesh, que é um importante produtor da commodity.


Junho, 2018
Fonte: Jornal Cana – www.jornalcana.com.br

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Com o objetivo de subsidiar os negociadores brasileiros na defesa dos interesses nacionais no que diz respeito à regulamentação internacional sobre o uso de biocombustíveis na aviação, o pesquisador do Agroicone, Marcelo Moreira, representou o País no 6° Encontro da Força Tarefa para Combustíveis Alternativos de Aviação (AFTF), no Canadá.

Na sede da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO), em Montreal, o especialista em energias renováveis e agronegócio debateu temas ligados às emissões de gases de efeito estufa geradas pelo uso da terra na produção de biocombustíveis no Brasil, demais cálculos do ciclo de vida dos produtos e os requisitos necessários para se avaliar a sustentabilidade dos diferentes combustíveis renováveis fabricados no mundo.

Além do pesquisador do Agroicone e de outros especialistas, o País foi representado pelos negociadores oficiais, Itamaraty e pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Delegações de diversos países, ONGs e empresas do setor aeronáutico também marcaram presença no 6º AFTF.

 

Testes

No Brasil, o maior fabricante de aviões de pulverização agrícola movidos 100% a etanol, o Ipanema produzido pela Embraer, o uso de combustíveis alternativos aeronaves comerciais se iniciou em 2009, quando as empresas Embraer, Azul, General Electric (GE) e Amyris assinaram um acordo de cooperação. No ano seguinte, um modelo de carreira da TAM comprovou na prática a viabilidade técnica dos biocombustíveis após um voo teste de 45 minutos utilizando 50% de um combustível a base de pinhão manso.

Em 2012, durante a Conferência Rio+20, a companhia Azul realizou outro voo-teste, desta vez usando 50% de combustível produzido da cana.

Em 2013, um voo histórico da GOL partiu do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em direção ao Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília. Foi a primeira viagem comercial de uma aeronave no País utilizando biocombustível com uma mistura de 25% de óleo de milho e de gorduras residuais junto ao tradicional querosene fóssil.

No ano seguinte, a GOL estabeleceu a primeira rota fixa (Recife - Fernando de Noronha) para um avião abastecido com até 10% de bioquerosene de cana adicionado ao QAV (querosene para aviação), o que reduziu 30% as emissões de CO2 por viagem feita.

 

Junho, 2018
Fonte: ÚNICA – União da Indústria de Cana de Açúcar – www.unica.com.br

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